31 de jul de 2010

Meditação Vipassana

Sexta feira dia 30, no espaço prana - nossa primeira aula prática de meditação é a técnica dada foi antar mouna, que significa silêncio interior. É uma técnica simples e eficaz para termos acesso ao nosso observador interno. A ideia de ter uma técnica de meditação por mês e para que os alunos experimentem diversas técnicas que existem e  vá aos poucos introduzindo a meditação em sua prática diária. Este texto abaixo explica um pouco sobre a técnica de meditação vipassana que considero uma das mais eficientes. Agora e sentar e observar. Boa prática.
Namastê

*

A meditação Vipassana é ensinada em cursos de dez dias, abertos a qualquer um que sinceramente deseja aprender a técnica e está apto fisicamente e mentalmente a fazê-lo. Durante os dez dias, participantes mantém-se dentro dos limites do local do curso, sem nenhum contato com o mundo exterior. Eles se abstêm de ler e escrever e suspendem toda prática, religiosa ou não, trabalhando exatamente de acordo com as instruções dadas. Por todo o tempo do curso, eles seguem um código básico de moral que inclui celibato e abstinência de qualquer substância intoxicante. Eles também mantêm silêncio entre si mesmos pelos primeiros nove dias do curso, apesar de serem livres para discutir problemas na meditação com o professor e problemas materiais com a gerência.

Durante os primeiros três dias e meio, os participantes praticam um exercício de concentração mental. Ele é um preparatório para a técnica de Vipassana propriamente dita, que é introduzida no quarto dia do curso. Passos progressivos são oferecidos a cada dia do curso, de forma que no fim do curso toda a técnica foi desenhada em linhas básicas. No décimo dia o silêncio acaba e os meditadores fazem a transição de volta a um estilo de vida mais extrovertido. O curso finaliza na manhã do décimo primeiro dia.

Aquele Blog do Vipassana- http://www.sebastianvalle.wordpress.com/

30 de jul de 2010

O QUE É O YOGA



Muito se fala a respeito dessa filosofia. Muitas definições foram dadas, mas sempre temos a sensação de que alguma coisa fica faltando; de que o Yoga se recusa a ficar aprisionado numa definição. Porque essas quatro letras juntas significam muitas coisas. E o Yoga acaba sendo sempre mais do que as palavras podem dizer. Não inclui a crença em nenhum poder sobrenatural, nem exige fé religiosa. Simplesmente expõe um caminho de auto-análise que pode praticar-se, prescindindo de qualquer teoria, crença antiga ou moderna por parte de quem o pratica. Um caminho que conduz o homem a compreender-se verdadeiramente a si próprio.


Todo mundo já ouviu dizer que Yoga significa em sânscrito união, mas Yoga igualmente significa trabalho, aplicação. Ou seja, Yoga seria o meio e o fim ao mesmo tempo. Jaideva Singh, no comentário do Vijñánabhairava (p. XIII), um texto que ensina técnicas de meditação, afirma:


A palavra Yoga é usada tanto no sentido de união (com o Divino) como no de veículo (upáya) para essa união. (...) Desafortunadamente, nenhuma palavra foi tão profanada nos tempo modernos como a palavra Yoga. Andar sobre o fogo, tomar ácido lisérgico, parar o batimento cardíaco, etc. se consideram Yoga, quando, a bem da verdade, não têm nada a ver com ele. Mesmo os poderes psíquicos [siddhis] não são Yoga. Yoga é consciência; transformação da consciência humana em consciência divina.


Yoga também é liberdade. Libertar-se de condicionamentos e preconceitos em relação à palavra, por exemplo, poderia considerar-se uma forma de sádhana. As palavras não são nem boas nem ruins em si. Nós lhes damos valores e significados que associamos às nossas próprias emoções ou preconceitos. Está escrito na Bhagavad Gítá: Yogah karmashu kaushalam ('Yoga é perfeição em todas as ações'). Essa é uma visão tão ampla como simples da prática: qualquer coisa que você fizer, deve fazer-se como uma prática contínua e constante. Mas aqui temos um paradoxo: a perfeição não existe. Que significa 'perfeição'? A perfeição, assim como o zero, é um dos muitos produtos da capacidade de especulação da mente. Ou seja: não existe. Não é algo preexistente, nem uma verdade tautológica, daquelas que se sustentam por si próprias. A perfeição, diria, não é uma abstração etérica, inatingível, senão um modelo, um paradigma no qual nos espelhamos para transformar a própria existência numa obra de arte, algo digno de ser vivido (e perdoe-me o leitor o mau gosto da frase, mas é para que fique claro). Perfeição aqui significa arte de viver consciente. Nada mais. Pátañjali explica o mesmo com outras palavras:


"Discernimento constante é o meio para destruir a ignorância."


Yoga Sútra, II:26


Embora no início possa parecer difícil, ou incompreensível, chega uma hora em que a sua consciência se expande e você começa a entender. Nesse ponto, o Yoga não fica apenas no plano das idéias, nem se restringe unicamente à sala de prática. Com isso em mente, fazer Yoga é como um jogo que é preciso aprender a jogar desde o início. Um jogo que se joga tanto com a cabeça como com as vísceras. Mesmo se você não tiver nenhuma experiência com Yoga, saiba que suas atividades diárias, como trabalhar, criar os filhos ou estudar, também podem ser encaradas como um sádhana. É por isso que o Yoga é um jogo, cuja única regra é permanecer totalmente consciente o tempo todo, de cada ato, a cada momento.


A frase da Bhagavad Gítá citada acima possui implicações que vão longe e escapam a uma análise fora do contexto adequado a causa da aplicação prática da coisa. Porque se usa, porque funciona para libertar. Jaimini Rishi disse: "o resultado da prática acontece agora". Os outros rishis perguntam: "mas não há outro resultado espiritual, no final?". E ele responde: "quando você obtém um resultado concreto agora, não espere por outro invisível mais tarde".


A experiência é a única coisa que salva o yogi. Se você não fizer, não viver, não experimentar em sua própria carne, não sentir no mais íntimo do seu ser, não adianta ler, pesquisar ou ouvir palestras sobre o assunto. Aliás, o yogi precisa ser crítico. É uma das qualidades básicas para poder avançar na prática. A capacidade de observação, de si próprio e do ambiente, é essencial: estar sempre atento.


Talvez você possa achar, como muita gente, que o Yoga é algo separado de si próprio ou do seu dia a dia. Algo que você 'faz', como ir às compras ou atender o telefone. Você precisa, não apenas fazer Yoga três ou quatro vezes por semana, senão viver em Yoga, 24 horas por dia, todos os dias da sua existência. Esse viver consciente, essa atentividade constante é a essência da prática, mas não se consegue exercendo a vontade. Não adianta apenas querer fazê-lo, nem acontece da noite para o dia. A atentividade constante é o fruto do amadurecimento interior, um processo em que se desenvolve gradativamente a consciência de alerta, que vai expandindo até abranger cada momento da existência.


Por isso, não convém dizer 'eu faço Yoga', pois, em verdade, você não 'faz' Yoga. Ele já está feito! Você 'desliza' para o estado de Yoga (união) em certos momentos. Por exemplo, quando consegue ficar totalmente consciente da sua respiração. E, se quiser transcender mesmo, chegar ao samádhi, deverá manter esse estado constantemente. A 'prática', a técnica em si, funciona apenas como um catalisador que acelera esse processo.


Isso tem a ver com você, com a sua existência, com o seu momento presente, com o ar que entra por suas narinas no mesmo instante em que você está aqui sentado lendo. Daí a intenção implícita no título deste livro (Yoga Prático), já que sádhana significa praticar, fazer a coisa. Se você não for usar o Yoga, para que vai querer estudá-lo? Isso equivaleria a contentar-se com ver um filme sobre uma linda praia, tendo a oportunidade de ir pessoalmente dar um mergulho nas águas transparentes, e depois deitar na areia morna, sentindo o sol na pele e bebendo uma água de coco sob uma palmeira. São coisas diferentes, concorda? A posição do observador (em sânscrito, sakshi, 'testemunha') é fundamental para a prática, mas funciona unicamente desde que o observador seja parte ativa do processo, ou seja, observe, estude e analise, mas que o faça estando dentro da experiência.


Por isso, amigo leitor/navegante, convido você, antes de continuar esta leitura, a sentar bem confortável, com as costas eretas e os olhos fechados. Tome consciência da sua respiração e desfrute intensamente da certeza de estar vivo. Respire fundo, usando toda a extensão dos seus pulmões. Faça isso por pelo menos dez vezes, exalando devagar.


Se, após haver respirado conscientemente por alguns segundos, você tiver percebido alguma mudança no ritmo dos seus pensamentos ou emoções, você conseguiu praticar Yoga. Bem-vindo!


A propósito, quando foi a última vez que você lembrou que estava vivo? Às vezes, quando faço essa pergunta em cursos, vejo rostos assustados... Porque as pessoas esquecem. Esquecem que estão vivas!!! E o Yoga serve para isso, para lembrar. O yogi deve estar consciente a cada momento da existência, assim como você acabou de fazer. A cada inspiração e exalação. O verdadeiro significado de estar vivo só pode experimentar-se quando se está totalmente consciente. Consciente de cada respiração, cada pensamento, cada ato. Tempo, espaço e pensamento não são mais prisões, mas campos da expressão do ser. A verdadeira origem, a fonte do ser, está além do tempo, além do espaço e além do pensamento. A experiência dessa fonte nos dá o conhecimento absoluto, livre de objetos, tempo e memória.


O Yoga funciona em todos os casos. Não é apenas para pessoas sadias ou apenas para doentes, para extrovertidos ou deprimidos. É para seres humanos. E, com isso, não estou querendo convencer você, leitor, nem fazendo parte de um grupo de 'escolhidos' que querem catequizar, 'converter' os pobres mortais que não viram a luz e vivem nas trevas da ignorância e do pecado. Ou, ainda, lhe dar a sensação de haver 'encontrado a Verdade'. Longe de mim essa intenção. Como praticante, sou mais um veículo, um instrumento através do qual o Yoga fala.


Como técnica, o Yoga não está preocupado com explicações. Isso pode resultar repetitivo, mas é tão simples quanto importante, e se impõe deixá-lo claro outra vez. O Yoga quer aniquilar os condicionamentos do indivíduo. Não se limita a nenhum plano teórico, nem quer a substituição do sistema de valores ou mitologias do 'mundo ocidental e cristão' por outro exótico e alienígena, o que poderia parecer uma espécie de escapismo, de resposta desesperada de uma juventude que precisa achar a sua identidade e uma alternativa viável ao terrível vazio que a nossa fria sociedade tecnocrática oferece (e, no lugar de 'fria', você pode colocar seus adjetivos preferidos).


Desde tempos imemoriais, há algo nessa praxis que sempre chamou a atenção. Algo pelo que, até hoje, reis abdicam do poder, para sentar-se num tapete igual ao que nós usamos neste momento para meditar. Por exemplo, sem ir mais longe, na cidade de Indore, a alguns kilômetros do Omanand Yogashram, lugar onde estudamos na Índia, algumas poucas gerações atrás, a família do marajá Holkar simplesmente abandonou tudo para dedicar-se ao Yoga.


Por quê? Por causa daquele assunto velho como o mundo: a sede de poder. Porque o poder verdadeiro não está na prerrogativa de decidir o destino alheio. Da mesma forma, o poder que dá a política ou o dinheiro, ou qualquer outra manifestação dele com maiúscula ou minúscula em que você possa pensar, como um concerto de Wagner, uma pirâmide egípcia ou a montanha de dinheiro do tio Patinhas, são apenas símbolos de algo que está além, e que sempre, em todas as culturas, lugares e momentos da aventura humana, acabam aparecendo sob diferentes roupagens.


O que atrai as pessoas para o Yoga é justamente isso. Porque ele lida com o poder, com a energia, e isso fascina: todo mundo quer ter. Mas o poder verdadeiro só vem com a iluminação. Porém, esse poder não pode obter-se apenas com alguns minutos de pránáyáma e alguns ásanas escolhidos aleatoriamente. Não é de graça. As práticas precisam fazer-se com dedicação e perseverança para revelarem seu efeito real.


E poder para quê? A própria palavra o diz: yuj, unir. Unir tudo: os poderes do corpo, a consciência e a ánima para alcançar o samádhi, a fusão entre o Ser e o Conhecer.


"A unidade da respiração, a consciência e os sentidos, seguida pela aniquilação de todos os conceitos: isso é o Yoga."


Maitrí Upanishad, VI:25.


Esclarecendo um pouco mais, para o Yoga, consciência não é apenas o conjunto das funções psicomentais ou suas manifestações separadas: pensamentos, emoções e sensações. Ela inclui essas funções mas, ao mesmo tempo, está separada delas e pode observar e ser observada isoladamente. Isso é importante para entendermos o papel fundamental que tem essa capacidade da consciência de permanecer como testemunha das suas próprias ações. A consciência é então o pano de fundo sobre o qual pensamentos, emoções e sensações se revelam: um campo vibratório sutil, que torna possíveis as associações e o pensamento, e observa o mundo e os fenômenos como eterna testemunha. Diz a Mundaka Upanishad:


Como dois pássaros dourados pousados no mesmo galho,
intimamente amigos, o ego e a Consciência habitam o mesmo corpo.
O primeiro ingere os frutos doces e azedos da árvore da vida;
o segundo tudo vê em seu distanciamento.


Os dois pássaros representam a consciência individual e a Consciência Universal. A consciência individual ofusca e esconde a Consciência Universal, que faz com que ela pense e perceba o mundo. A consciência é vasta e profunda como o oceano, e abrange todas as experiências e todas as memórias do indivíduo desde o início da existência.


A partir da definição de Pátañjali, "Yoga é a supressão das modificações da consciência", vemos que a prática começa numa sede profunda de transcender os condicionamentos humanos; vemos a necessidade de tornar cósmico o homem, de desenvolver as suas potencialidades para conquistar a iluminação. O método através do qual o Yoga pretende atingir esse objetivo é a execução de técnicas que possuem como único objetivo aniquilar, um a um, os diferentes condicionamentos que escravizam o homem. Os condicionamentos não nos deixam viver em paz e nos fazem repetir os mesmos erros, ano após ano, ad eternum. Para 'sair da roda do karma', ou seja, alcançar a liberdade verdadeira, o yogi precisa aniquilar um a um esses condicionamentos na sua própria fonte: o inconsciente, a parte 'escura' do ser.


Dizem os shastras que o caminho do Yoga começa 'quando o homem consegue quebrar a prisão das suas misérias'. O Yoga parte da condição humana desamparada, nua e crua, e tem o mérito sem par na história do pensamento de descobrir o verdadeiro potencial do homem: o da sua espiritualidade. A vida espiritual sempre começa no conflito interior, na sede de transcendência. E, neste kali yuga, a era dos conflitos, requer muita mais pureza de coração, coragem e determinação que em outro tempo qualquer. O caminho para o samádhi inclui mais lágrimas do que você possa imaginar ao pensar em iluminação. Descobrir, identificar e desintegrar o lixo enterrado no subconsciente dói bastante. Mas não esqueça da constatação de Wayne Dyer: 'não existe caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho'. Esse paradoxo entre lágrimas, lixo e felicidade se resolve ao andar, na prática. Precisamos quebrar o casulo do ego para chegar à essência.


A Katha Upanishad diz que o Yoga é ao mesmo tempo dissolução e emergência, morte e renascimento (Yogah prabhavápyayau). É preciso matar o ego para poder viver. Aliás, sabe o que significa literalmente a palavra samádhi? Samádhi, que se traduz como iluminação, é morte. Entrar em samádhi significa morrer. Morrer em vida. Porque o que há além dessa morte é a experiência da luz. Só que, para ter essa experiência numinosa, como diz Jung, não é necessário morrer. A morte, na real, é a morte do ego, não a do corpo. Anaïs Nin dizia 'não vemos as coisas como elas são, senão como somos nós mesmos'. No momento em que deixamos de ser 'nós mesmos' (o ego), a natureza da realidade se desvela como ela é.


Os ensinamentos do Yoga são somente acessíveis através da praxis: o praticante deve pôr sob o jugo seu corpo, sua mente e sua psique, para alcançar a liberdade interior. Múltiplo em suas diferentes correntes e manifestações, ele é sempre fiel a um modo de ver o homem e de servi-lo: após a severidade e paciência exigidas pela prática, sente-se a calidez da sua solicitude carinhosa por todos e respeito por todo o criado. Seu caminho é radical mas acessível e nos leva à conquista da liberdade mais absoluta. Quando você dá um passo em direção ao Yoga, ele dá cem em direção a você.


Pedro Kupfer - 24 de Julho de 2000  - Yoga Prático

29 de jul de 2010

Meditação reduz o impacto emocional da dor





Pessoas que meditam regularmente têm uma sensação menos desagradável da dor porque seus cérebros antecipam menos a dor, o que diminui seu impacto emocional.


Depois de avaliar voluntários com vários graus de experiência com a meditação, de praticantes iniciantes até mestres com décadas de meditação, cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, descobriram que os meditadores mais avançados alcançam um nível suficiente para sofrer menos com a dor.


"Os resultados do estudo confirmam nossa suspeita de que a meditação pode afetar o cérebro. A meditação treina o cérebro para ter mais foco no presente e, com isso, gasta menos tempo antecipando futuros eventos negativos. Pode ser por isso que a meditação é eficaz em reduzir a recorrência da depressão, que torna a dor crônica consideravelmente pior," explica o Dr. Brown.


Meditação vista pela ciência


"A meditação está se tornando cada vez mais popular como uma forma de tratar doenças crônicas, tais como a dor causada pela artrite," diz o Dr. Christopher Brown, que conduziu a pesquisa.


"Recentemente, uma instituição de caridade de saúde mental pediu que a meditação torne-se disponível rotineiramente [no sistema de saúde] para tratar a depressão, que ocorre em até 50% das pessoas com dor crônica. Entretanto, os cientistas só agora começam a analisar a forma como a meditação pode reduzir o impacto emocional da dor," conta ele.


O estudo, que será publicado na revista médica Pain, descobriu que determinadas áreas do cérebro ficam menos ativas quando os meditadores antecipam a dor que, durante o experimento, era induzida por um pequeno laser.


Aqueles com mais experiência de meditação - até 35 anos de prática - apresentaram a menor expectativa da dor, o que levou que relatassem uma menor intensidade dessa dor.


Como a meditação modifica o cérebro


O estudo também revelou que pessoas que meditam apresentam uma atividade incomum no córtex pré-frontal durante a antecipação da dor, uma região do cérebro conhecida por estar envolvida no controle da atenção e com os processos de pensamento quando a pessoa se depara com ameaças potenciais.
Os resultados deverão incentivar novas pesquisas sobre como o cérebro é modificado pela prática da meditação.


"Embora tenhamos descoberto que os meditadores antecipam menos a dor e acham a dor menos desagradável, não está claro como exatamente o tempo de meditação muda as funções cerebrais para produzir esses efeitos," conclui o pesquisador.


Fonte
Postado por Esteja Aqui e Agora - http://www.pensandozen.blogspot.com/

28 de jul de 2010

Entregar para aprender




" A vida é como as ondas do oceano, ainda que você não possa  controlá-lo, pode aproveitar os dias mais calmos para nadar, boiar, mergulhar...e os dias mais agitados até para surfar, mas se estiver contra a onda você tem um problema".

Yongey Mingyr Rinpoche

26 de jul de 2010

Entrevista

Excelente a entrevista do professor Danny Paradise da revista bons fluidos. Aqui vai alguns trechos muito interessantes sobre yoga.


"Nós fazemos nossa realidade, mudamos as circunstâncias de nossa vida, portanto, podemos criar constantemente felicidade. Não somos vitimas, e sim responsáveis por nossa evolução."


"Quando expandimos em vida os limites da consciência por meio do yoga e da meditação, reconhecemos que somos parte de algo superior."

Bons Fluidos - A prática diária é obrigatória?

Danny - Não é necessário praticar yoga todos os dias, no entanto, é a melhor opção. Quem faz duas vezes por semana vai colher os benefícios proporcionais a esses dois dias. Quem pratica quatro  vezes vai se  desenvolver um pouco mais . E assim por diante. Mas não existe uma quantidade de horas predeterminada. O fato é que ela vicia no bom sentido. Uma vez que o indivíduo mantém uma rotina de exercícios e constata seus efeitos, sente necessidade de fazer mais e mais, estabelecendo uma profunda disciplina. No entanto, a dias em que nos sentimos  mais bem dispostos do que outros. Por isso, é importante respeitar a oscilação da energia, adaptando a prática  às condições do momento. Como o yoga demanda atenção plena, fica fácil perceber o ritmo interior e respeitá-lo.  

Bons Fluidos número 137 - Agosto de 2010

18 de jul de 2010

Pensamento do Dia



“A liberdade exterior que conseguiremos depende exatamente do grau de liberdade interior que possamos ter desenvolvido num dado momento. E, se essa é uma visão correta da liberdade, nossa principal energia deve ser concentrada em obter a reforma interior”
(Mahatma Gandhi)

11 de jul de 2010

Pensamento do dia



- Mestre, como faço para me tornar um sábio?



- Boas escolhas.



- Mas como fazer boas escolhas?



- Experiência - diz o mestre.



- E como adquirir experiência, mestre?



- Más escolhas..

9 de jul de 2010

Pensamento do Dia



"Nunca somos nós mesmos com tanta intensidade do que quando estamos em silêncio."

Eckhart Tolle

5 de jul de 2010

Pensamento do Dia


A grande sabedoria reside no corpo.
The Hevajra Tantra

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails